Rua Pitt, 688

Em um encontro com o passado, ele me disse que não pensa no futuro.

Rua Pitt, 688

Mesmo que o tempo mude
Nada mudará internamente
Ao sentir em si a juventude
Alma, tornar-se-á experiente

Portão, branco, envelhecido
A paixão é perigo iminente
Que ora passa despercebida
Noutra, frio interno ascende

A infância desce pra brincar
E o tempo brinda à amizade
Se dormir, tudo pode acabar
Sonho tornar-se-á saudade.

4 Respostas to “Rua Pitt, 688”

  1. Poetizando o número 688!!!

    nice guy

  2. Homenagem aos amigos blogueiros lá no papagaio.
    visite! seu nome está por lá…
    Abraços,

    Gustavo.

    P.s.: nice poem!

  3. caiocito Says:

    pró-nome de um caso oblíquo. abrazoz.

  4. Rodolfo Abreu Says:

    Isso aí Gui! Sempre quiz voltar ao antigo casarão onde morei. Expressar meus sentimentos ao me deparar, simplesmente, com as antigas grades. Enfim, relembrar meus momentos da infância que sempre me acompanharão em momentos de dores e aflições. Uma reflexão inacabável. Abraços.

    P.S: Não deixe o sonho acabar!

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