Condenado à liberdade

 Liberdade - Eugene Delacroix

6 Respostas to “Condenado à liberdade”

  1. Guilherme Coelho Says:

    Caio Campos,

    Você disse que sou parnasiano. Então eu lhe digo: eu sou parnasiano! Sou parnasiano, cartesiano, caucasiano, afro-indiano, afro-asiático, sou afrodisíaco. Sou uma metamorfose ambulatorial. É só você dar a receita que eu me torno suas palavras. Minha poesia é sua. Abraços

  2. Ok, Joe rs. Adorei esse. Pouca gente vai entender a proposta do trovador. Nos tempos medievais ele já era pouco compreendido. O conceito era encaixotar a palavra para libertar a alma, ou qualquer coisa brega parecida com o que eu disse agora.

    O aforismo do sonâmbulo é impecável. É o pequeno trovador que existe em nós. Eu não o cultivo, nós não temos pretenções de tirar ninguém do seu estado cognitivo, acho falta de humor. Não devemos acordá-los. Além de se tornarem agressivos podem nos acordar tb.

    abraços.

  3. Gui, o gustavo disse que aquilo nao ganhava nem concurso de poesia infantil, ficou qualquer coisa perto do rídiculo e do brega. Mas a porposta era essa.

    Mas esse “casamento” é um sadismo com as meninas. É uma série que estou lançando: “mande seu decote e nós mandamos a sua poesia”.

    De maneira que a próxima é da Paloma. Ela prometeu fazer um top less em troca. A saga continua… a campanha está no ar, “mande seu decote e ganhe uma poesia”.

    abrazoz: o caiocito

  4. evocando Rousseau “…e foram obrigados a serem livres.”
    Abraço,

    Gustavo

  5. quando vai nascer uma nova obra?

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