Prisão domiciliar
(Nela Vicente – Tout le temp du monde – óleo s- tela 35×45)
Quem inventou a janela?
a) um papagaio mudo
b) um dublê de poeta
c) um poeta fingiDor
d) um jornalista recém formado
(Nela Vicente – Tout le temp du monde – óleo s- tela 35×45)
Quem inventou a janela?
a) um papagaio mudo
b) um dublê de poeta
c) um poeta fingiDor
d) um jornalista recém formado
Junho 5, 2008 às 9:56 am
Não podia ser uma pergunta menos metafísica? Ou NADA metafísica. Cansei de questões metafísicas. Se é que essa janela é uma questão metafísica. Se não for metafisica, você quer descobrir apenas quem inventou aquela abertura na parede, posso “afirmar” que “parece” ter sido algum homem da caverna que quis ver o que tem lá fora enquanto ficava em casa. Tipo a primeira televisão, antes de descobrirem o fogo. Que mais tarde passou a ser a televisão. Agora a televisão é a internet. etc…
Junho 5, 2008 às 10:22 am
Fala Caio Campos,
A janela a que me refiro é esta mesmo inventada pelo homem das cavernas. Esta mesma janela que a gente procura quando estamos numa situação como a do texto e do seu outro comentário. A metafísica depende dos problemas de cada um. Mas concordo com você. Esse negocio de metafísica já está enchendo. As coisas podiam ser apenas como são. Afinal, não é rosa uma rosa? Abraços
Junho 6, 2008 às 12:21 am
o pragmatismo é uma praga, mas andei pensando se a janela em questão serve para “sair pra fora” ou “entrar pra dentro”, e de onde?
se for pra entrar é em si foi criada por poeta fingiDor, se for pra sair pro mundo é um tanto de areia.
Junho 6, 2008 às 10:59 am
Pli, concordo com você. Sem a pretensão de ser um poeta fingidor, diria realmente a janela é uma saída ou não pra qualquer lugar, depende de quem está diante dela. Na minha atual conjuntura, a minha janela está a 120 andares de altura e eu estou prestes a dar uma de dublê de poeta e sair voando que nem um papagaio mudo. O problema é que, de lá, eu vou cair na realidade e lembrar que sou apenas um jornalista recém formado. Abraços