Rua Pitt, 688
Em um encontro com o passado, ele me disse que não pensa no futuro.
Mesmo que o tempo mude
Nada mudará internamente
Ao sentir em si a juventude
Alma, tornar-se-á experiente
Portão, branco, envelhecido
A paixão é perigo iminente
Que ora passa despercebida
Noutra, frio interno ascende
A infância desce pra brincar
E o tempo brinda à amizade
Se dormir, tudo pode acabar
Sonho tornar-se-á saudade.
Maio 13, 2008 às 12:16 pm
Poetizando o número 688!!!
nice guy
Maio 17, 2008 às 2:40 pm
Homenagem aos amigos blogueiros lá no papagaio.
visite! seu nome está por lá…
Abraços,
Gustavo.
P.s.: nice poem!
Maio 20, 2008 às 4:09 pm
pró-nome de um caso oblíquo. abrazoz.
Junho 29, 2008 às 3:05 pm
Isso aí Gui! Sempre quiz voltar ao antigo casarão onde morei. Expressar meus sentimentos ao me deparar, simplesmente, com as antigas grades. Enfim, relembrar meus momentos da infância que sempre me acompanharão em momentos de dores e aflições. Uma reflexão inacabável. Abraços.
P.S: Não deixe o sonho acabar!